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Uma pessoa que possua recursos financeiros sobrando, também conhecidas como unidade de superávit, é um agente que disponibiliza recursos temporariamente a quem necessita destes recursos para a quitação de obrigações (dívidas) ou para investimento.

Ainda que não mostre evidente, muitos de nós tomamos dinheiro emprestado em determinada ocasião, e a origem destes recursos pode ser as mais variadas possíveis, como um depósito bancário, aportes para um plano de previdencia privada, pagamento de seguro de viagem ou alguma forma de investimento em algum ativo financeiro.
Da mesma forma, temos aqueles que carecem de financiamento.

São as chamadas unidades deficitárias e são aquelas que pegam empréstimos em intuições financeiras, obtêm financiamento para a compra de bens de consumo, buscam capital para iniciar um negócio ou arrecadam fundos para financiar o capital de giro.
Através da definição desses dois ingredientes do sistema financeiro, podemos perceber o comportamento de indivíduos, corporações e governos, e embora operem produtos diferentes, atuam basicamente do mesmo modo.

Para facilitar o encontro entre os agentes de mercado, tomadores e doadores, e suprir às suas diferentes necessidades, surgiram instituições financeiras, como bancos, corretoras e distribuidora de valores mobiliários, fundos de investimentos e agentes autônomos.
A principal função dos agentes intermediadores é a de potencializar a aplicação do capital, manter registros e assegurar a proteção do sistema.
Nessa área, atuam os agentes do mercado, por um lado, e as instituições, por outro.

Então, dois outros componentes são primordiais, instrumentos financeiros e os órgãos reguladores.
Desde 1º de janeiro de 2018, entrou em vigor a nova norma contábil emitida pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) 48 – Instrumentos Financeiros, que classifica instrumentos financeiros como: “todo e qualquer contrato que gere um ativo financeiro para uma parte enquanto, para a segunda parte, é gerado um passivo financeiro ou um instrumento patrimonial.

No entanto, também podemos descrevê-lo como uma formalização de normas que atendem às expectativas das partes envolvidas em uma transação financeira bem-sucedida.
Em suma, a responsabilidade do regulador é interpretado por um terceiro, o que ajuda a reduzir divergências e garantir a integridade de todo o sistema de uma perspectiva neutra.

No próximo artigo retardaremos o mercado financeiro global.

Manoel Junior